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quinta-feira, 28 de abril de 2011

"Sangue-azul"


A expressão sangue azul vem do tempo em que os mouros dominaram a Península Ibérica, no século VIII. Os nativos espanhóis, originalmente de pele bem branca , passaram a ter filhos com a pele mais morena, como hoje é a maioria de sua população atual, devido à miscigenação com os invasores. A aristocracia e a nobreza do reino de Castela, no entanto, orgulhava-se de não ter se misturado àquele povo de pele quase negra e apontava para as próprias veias, onde parecia correr sangue azul, como se isso fosse prova de uma ascendência mais nobre. Isso acontece de fato com pessoas de pele alva já que o sangue venoso tem aspecto azulado se visto através da superfície da pele, acentuando o contraste de cores. O mesmo não acontece com os mais morenos onde as veias mal podem ser distinguidas. Daí em diante, a expressão "sangre azul" percorreu o planeta como sinônimo de nobreza.   
A febre do casamento real entre o príncipe William e Kate Middleton, que acontece na sexta-feira (29), atravessou fronteiras e chegou em Lima, capital do Peru. Alguns feiticeiros locais se reuniram na praia de La Herradura nesta quarta-feira (27) para fazer um ritual em prol do matrimônio do segundo na linha de sucessão ao trono britânico.O rito, feito para mandar boas vibrações ao casal, foi realizado nas areias da praia peruana, e contava com fotos de Kate, William e sua mãe, Lady Diana, morta em 1997 em um acidente de carro.
David Icke, um dos maiores estudiosos dos assuntos das sociedades ocultas, afirma categoricamente que a família real britânica pratica rituais satânicos.Eu não torço contra a união desses jovens, apenas acredito que eles talvez nem saibam o que representam.Prefiro acreditar que não sabem, porém não vejo com bons olhos toda essa agitação, pra mim tem alguma coisa muito podre no reino da Inglaterra.

O casamento oculto


A data escolhida para celebrar o casamento do Príncipe Willian com Kate Middleton, 29/04, é uma data histórica porque é o mesmo dia em que Adolf Hitller se casou com sua noiva Eva Braun, pouco antes de seu suicídio,  Braun teria se casado com ele somente depois de jurar "fidelidade" e prometer que se mataria junto com ele. Seus corpos não foram encontrados, ele teria mandado sua guarda cremá-los, talvez para que não houvesse nenhum modo de o inimigo torturá-lo, nem após sua morte, ou porque ele escapou e viveu ainda muitos anos longe dos olhos de todos nós.
Kate Middleton é descendente de Judeus, talvez seja por isso que a alta cúpula dos rabinos de Israel concederá ao novo Casal Real da Inglaterra um presente de casamento especial: Um Contrato de Casamento simbólico ao Estilo Judaico.Um pergaminho  com os dizeres: "Que nós permanecemos comprometidos um com o outro, fisicamente, mentalmente e com bem-estar, e visando o crescimento emocional e espiritual um do outro".
Ketubá ou Ketubah é o contrato matrimonial judaico, que tem sido parte integrante dos casamentos por aproximadamente dois milênios.
Tradicionalmente, Ketubá) é escrita em aramaico - o idioma utilizado pelos judeus durante o período do exílio babilônico e mais tarde quando eles retornaram à terra de Israel.
Não é verdade que Kate é uma plebéia, ela e o príncipe William são parentes, ainda que distantes, porém certamente conhecidos pela Realeza britânica, pois eles  têm um ancestral comum: Thomas e Elizabeth Knollys Leighton, que viveram no século XVI. A dinastia real britânica é chamada de “Casa de Windsor” cuja tradução literal seria “confortável”, “deleitoso”. Willian será o chamado príncipe de Wales, a expressão “of walles” no dialeto original galês tem um duplo sentido, podendo ser traduzida, tanto por "dos marcados", como também, pela expressão "dos eleitos”
O casamento do principe William tem uma projeção de 2 bilhões de expectadores ao redor do mundo, está montado um teatro prefeito para mais uma manipulação mental e captação e energia em nome de algo que parece bonito e comum, mas que na verdade esconde um grande segredo.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O casamento do século


Existem dois tipos de história mundial: - uma é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos.” (Honoré de Balzac )

Em poucos dias os olhos do mundo todo estarão olhando para o “casamento do século” que celebrará a união entre Kate Middleton e o príncipe Willian.O que é um avilte contra a inteligência humana que está prestigiando uma monarquia britânica que sempre foi protagonista de escândalos e que ao longo da história procurou escondê-los.Para disfarçar, criou um ícone de bondade e beleza, a adorável Lady Di, mas que era só mais um desses fantoches que nós “os acordados” conhecemos bem.Uma nobreza que tem seu patrimônio sustentado tanto pelos ingênuos contribuintes ingleses como pelo resultado das pilhagens milenares dos exércitos ingleses.Uma realeza que não possui nenhuma representatividade política, apenas existe pelo simbolismo do extinto império britânico. E deveria ser mesmo simbólica como transmissora de valores e de adesão às espíritos nacionais com seus atos apontando caminhos, soluções e possibilidades para os seus “súditos” e admiradores. Mas o que a realeza inglesa transmite? Atualmente a Coroa Inglesa só serve para ser capa de revistas de fofocas e vender jornalecos chamados de tablóides.Kate Middleton surge como a nova fantoche.
A realeza inglesa é uma farsa! E essa historinha é mais um desses contos de fadas tolos que a humanidade infantil, adora. Uma tradição bem ao estilo do humor inglês (quem conhece o grupo de humor Monty Python entende) que sustenta luxos para uma nobreza andar de limusine e viajar pelo mundo,e depois visitam criancinhas carentes, para “passar um pano”, disfarçar, enfim tudo isso é calculado.O medieval “feudalismo” é comemorado em pleno século XXI! Porém tudo isso tem um sentido e uma lógica oculta.
A família real britânica faz parte da oligarquia financeira mundial, é uma das principais acionistas da BP, British Petroleum, a mesma responsável pelo derramamento de petróleo no Golfo Pérsico.Na Inglaterra sempre que um membro da família real faz uma viagem ao exterior, são acompanhados por dirigentes da indústria e por figuras importantes da direção da CBI (Confederação das Indústrias Britânicas), com a embaixada britânica se transformando em uma feira de comércio para os interesses britânicos. Com o controle total da mídia , umas das mais poderosas armam de manipulação social e mental, veremos nesses próximos dias uma verdadeira hipnose das pessoas tornando-as receptivas e admiradas com o casamento.A Grã-Bretanha sempre esteve a frente da organização da nova ordem mundial e o casamento do príncipe Willian é emblemático nesse sentido , a linhagem sanguínea das famílias e é propagada por meio de sociedades secretas.A atual soberana , a Rainha Elisabeth II, tem uma fortuna estimada entre 500 milhões e 1 bilhão de dólares, o Palácio de Buckingham, sua residência oficial , embora pertença a nação, está estimado em 5 bilhões de dólares. Anualmente a rainha recebe do governo, ou seja, do povo, 12,9 milhões de dólares por ano. Grande parte de sua riqueza vem das obras de arte que a família real acumulou nos últimos séculos e que estão espalhadas pelos seus castelos na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. Estima-se em 500 mil objetos o acervo real. Entre eles há uma coroa de 1.333 diamantes feita para o rei George IV. A rainha da Inglaterra é a maior proprietária de terras do planeta, proprietária "legal" de quase 27 milhões de quilômetros quadrados, aproximadamente um sexto da superfície terrestre não coberta pelos mares.Isso tudo graças aos  32 territórios da Commonwealth que ainda reconhecem Elizabeth II como soberana.É dona das ilhas de Mann, Jersey e Guernsey, usadas como paraísos fiscais, lugares onde é facilitado a aplicação de capitais com alíquotas de tributação muito baixas ou nulas, abrindo caminho para a aplicação de recursos que são de origem desconhecida, protegendo a identidade dos proprietários desse dinheiro, ao garantirem o sigilo bancário absoluto e a lavagem de dinheiro.
Alguns estudiosos das informações ocultas dizem que o príncipe Willian é o Cristo Maçônico ou o Cristo da Nova Era e esse casamento já é uma preparação para o cumprimento de uma plano para todo o planeta.

A realeza britânica


Nessa semana, na sexta feira, casam-se o Príncipe Willian e a “plebéia” Kate Middleton e já se vê na imprensa internacional a transformação do evento num espetáculo midiático que interessa tanto a restauração do prestigio da realeza britânica quanto a própria mídia que faturará com a audiência e a venda de espaços publicitários Olhando assim parece simples, é só mais um evento desses que mobilizam as atenções de bilhões e bilhões de pessoas e recebe um titulo superlativo: “O casamento do século”.
Mas há muito coisa por de trás desse “show” em que foi transformada a união de um dos herdeiros do trono inglês. O mais óbvio é a recuperação da imagem da corte inglesa que tem sido abalada ano após ano com a imprensa tablóide que expôs escândalos vergonhosos de Lady Di e príncipe Charles.Episódios bizarros como a traição de Charles com Camilla Parker-Bowles, ironicamente para nós brasileiros chamada de “Duquesa da Cornualha”.  O jornal The Sun publicou a gravação de uma conversa telefônica entre o príncipe e Camilla, na qual o futuro rei da Inglaterra dizia que gostaria de ser o absorvente íntimo da amante. “Eu poderia simplesmente viver dentro das suas calças ou algo assim”, disse Charles. Camilla entrou no jogo: “No que você vai se transformar? Numa calcinha?”, sugere. Ele rebate: “Deus me perdoe, mas num Tampax. Seria minha sorte”. Soube-se depois que a própria Diana também era adultera e mantinha casos amorosos às escondidas.Após sua sepração de Charles, Diana estava noiva de Dodi Al Fayed, um bilionário egípcio quando ambos sofreram um acidente quando o carro que ocupavam bateu fortemente numa pilastra do túnel da Ponte de l'Alma, em Paris matando os dois. Dodi além de bilionário era um grande produtor de cinema e produziu filmes como “Carruagens de fogo” e “A letra escarlate”.Lady Di, a princesa de Gales, foi na década de 80 um ícone da moda, um ideal de beleza e elegância feminina, foi chamada de "Princesa do Povo" por causa de sua popularidade e envolvimento com questões humanitárias como a AIDS e as vitimas das minas terrestres.Apesar de tudo isso, o acidente fatal que matou os dois possivelmente foi planejado pela realeza britânica que não admitiria o casamento de uma de suas nobres princesas com um muçulmano.Tanto que o pai de Dodi acredita que uma conspiração bastante elaborada foi feita para matar seu filho e a princesa.Ela era constantemente monitorada pelo MI6, Serviço Secreto de Inteligência Britânica e com sua morte o príncipe Charles poderia se casar com Camila.A igreja Anglicana, que celebrará o casamento do príncipe, foi criada em 1534 pelo Rei Henry VIII(Henrique oitavo) após sua briga com o Papa que não quis anular seu casamento com a espanhola Catarina de Aragão.Sem herdeiros homens casa-se diante da nova igreja com Ana Bolena, dama de companhia de Catarina.Porém ele a acusa de adultério e manda executá-la.
A cerimônia do “casamento do século” será realizada na Abadia de Westminster, uma catedral gótica suntuosa quase milenar, construída em 1050, onde estão enterrados reis e rainhas, sir Isacc Newton e onde muitas coroações foram celebradas. Não é só um lugar religioso, mas místico, misterioso e oculto. Mais de 3.000 pessoas estão sepultadas nessa catedral, entre poetas, cientistas e estadistas, alguns ocultistas a consideram um portal. É sabido que a família real britânica está ligada até a raiz com a maçonaria e ocupa cargos altíssimos, muitos de seus membros são Grão-Mestres, por exemplo, no brasão do príncipe Charles, pai de Willian, lê-se numa faixa azul : “Honi soit qui mal y pense” , expressão francesa que significa: “ Envergonhe-se de quem nisto vê malicia”.Claramente disfarçando o ocultismo que compõe tal brasão,  segue a tradição maçônica de esconder o significado esotérico dos dizeres e símbolos.
Dentro de outro símbolo, entre plumas, aparece a frase alemã “ICH  DIEN ( Eu sirvo), o que aos leigos seria servir ao Reino da Grã-Bretanha ou a algum ducado, mas que não fica difícil de saber a quem ele realmente serve.E com certeza a Deus que não é.