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sábado, 5 de março de 2016

A BELA JORNALISTA E O EX-MINISTRO PETISTA

O ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, é um homem de muitos mistérios e cheio de surpresas. Nos bastidores é conhecido como “pelicano, devido a sua proximidade com os tucanos. Tem em seu currículo serviços advocatícios a favor de Daniel Dantas, o banqueiro do Opportunity. É um famoso Don Juan do meio político. Conquistou e tem gosto por belíssimas mulheres, como a deputada Manuela d'Ávila. Mas em seu extenso “currículo” de conquistas dizem que constam também delegadas, jornalistas e empresárias. 
Além disso é um amigo íntimo da presidente Dilma com quem mantém uma relação muito boa, de amigos mesmo.
José Eduardo é um histórico desafeto do ex-presidente Lula Molusco, pois foi ele quem conduziu a investigação que culminou na exoneração de Luiz Eduardo Greenhalgh – então vice-prefeito de São Paulo –, episódio conhecido como Caso Lubeca, quando ainda era vereador. Greenhalgh é um grande “Chapa” do Lula e isso "magoou" muito o Molusco que nunca mais o perdoou.
Exposto isso, fica cada vez mais claro que houve retaliação por parte do ex-ministro, associado com a Dilma, na divulgação da delação do Delcídio. A responsável, Debora Bergamasco, que a quem diga trata-se de mais uma conquista de Cardozo, após a furo de reportagem que virou o país de cabeça pra baixo, alguns dias atrás escreveu em sua coluna da istoÉ, um outro texto muito revelador: " Aquele ‘bundão’ não controla a Polícia Federal´. Foi com esta frase desprovida de decoro que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à sua sucessora Dilma Rousseff a cabeça José Eduardo Cardozo, então ministro da Justiça, segundo relato de interlocutores.Era sempre com adjetivos pouco protocolares como este que ele se referia ao ex-titular da pasta na qual está lotada a PF.” O texto(http://www.istoe.com.br/…/447791_POR+QUE+CARDOZO+PERDEU+A+E…), não parece ser de uma mulher mal-amada, pelo contrário, deixa no ar um certo carinho e parece ser de uma mulher que admira, e não que odeia, o ex-ministro.

José Eduardo e Débora

Voce sabe quem é Debora Bergamasco? Trata-se da jornalista responsável pela publicação da delação premiada do Senador Delcidio na revista IstoÉ. Até aí tudo bem, porém me chamou a atenção um fato. Débora, antes de ser da IstoÉ, foi da assessoria especial do ministro da Justiça, onde permaneceu por seis meses, e cujo Ministro titular da pasta a época tratava-se de JOSE EDUARDO CARDOZO.E foi justamente ela que teve acesso ao documento que incendiou este país. Tudo indica que o acesso as informações se deu graças a sua ligação com Cardozo. Você não acha no mínimo estranho essa “coincidência”?
Esse vazamento não poderia suscitar algo proposital? Cardozo parece que deixou o ministério por um motivo muito mais ligado à sua vida intima do que política.Desde o início essa história me deixou com uma pulga atrás da orelha, mesmo satisfeito por ela ter detonado uma crise que certamente derrubará este governo maldito. Porém, para mim, ainda tem algo que não se encaixa nesse quebra-cabeças, e talvez, assim como a morte do PC Farias nunca foi realmente elucidada, eu jamais saiba a resposta.

#foradilma

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Pelo Impeachment de Dilma Roussef

Não defendo intervenção militar, não acho que os militares sejam ou estejam preparados para governar uma nação, pois a função das forças armadas é outra. Portanto, não me alinho com a direita obscurantista de Bolsonaros e Felicianos. O que tira da minha manifestação a pecha de querer a volta da ditadura, ladainha utilizada como defesa dos “militantes”, para se defender da sujeira grudada em seu partido. E eles nem esfregando as manchas estão.
Não sou omisso diante do que está acontecendo no meu país. Os fatos dos últimos dias me fizeram ter certeza de que só a pressão popular pode salvar o Brasil de mais um assalto — agora, às instituições, como o STF.A minha decepção com a presidente Dilma é muito profunda, porque eu acreditava que uma mulher que combateu a ditadura, foi torturada, parecia ter firmeza de propósitos. Porém diante de suas declarações e postura com relação ao “Petrolão” nos mostram que a imagem dela é muito mais mítica do que real. A presidente está sendo desonesta ao não assumir seus erros, leniência e incompetência e não há passado que sustente o que lhe restava de respeito junto a brasileiros minimamente informados. O que ela e seu partido fazem é ficar criando uma espécie de cortina de fumaça para que os cidadãos mais pobres e menos informados se confundam. E isso é vergonhoso, baixo e sujo.

Não dá mais para ela. Porque é de responsabilidade que trata o impeachment. E ela é sim responsável por toda essa bandalheira e assalto aos cofres públicos. Quem decide se ela tem ou não condições de governar este país são “vossas excelências” nossos digníssimos congressistas. E o parlamento se deixa influenciar muito pelo barulho que vem das ruas. E é na rua que estarei no dia 15 de março. Pelo meu país, meu estado e minha cidade natal.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Impeachment da presidente Dilma

O PT, que nasceu do meio das classes sociais dos pobres, operários, comunidades, não pode sair dos trilhos da esquerda. Um governo, seja ele qual for, eleito pelo Partido dos Trabalhadores e por outros partidos de esquerda, especialmente no caso da reeleição da presidenta Dilma no segundo turno, não pode, em hipótese alguma, jogar o peso da crise econômica –criada sobretudo por ganância de especuladores financeiros– nas costas do povo pobre e trabalhador.