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sexta-feira, 8 de abril de 2016

DILMA CORAÇÃO COVARDE

Eles chegaram bem de mansinho. Como aquelas doenças silenciosas que se instalam e parecem ser só um resfriado, mas que podem nos levar a morte se não forem tratadas. Assim aos poucos foram convencendo o povo de que seus ideais eram nobres e que estavam intimamente identificados com as classes menos favorecidas ou com aqueles que se “importam” com elas. Foram criando uma estreita identidade com as minorias e conquistando suas simpatias. Foram ganhando atenção e atraindo para si muitos daqueles que lutaram contra ditadura, e espertamente, incorporando a sua ideologia, a ideia de que são os únicos defensores da democracia.
Criada de maneira eficaz, através dessa simpatia pela “causa” (influenciaram as pessoas acreditarem que quem tem dinheiro é egoísta e insensível com os mais pobres), foram “fidelizando” seus eleitores, aos quais muitos se tornaram militantes. E gradativamente foram conquistando espaço político e importância representativa. Até que chegaram a presidência da república através de Lula.

Porém seu partido, o PT, foi o partido que mais enganou a população, porque enquanto na oposição posava ser anticorrupção e jamais revelou seu verdadeiro objetivo aos brasileiros. Durante todos esses anos eles camuflaram seu radicalismo e aos poucos foram transformando o Estado em instrumento político a serviço de seus interesses. Tudo que eles fazem é cuidadosamente calculado. A participação e a leniência com a corrupção, principalmente nos poderes da República, servem tanto para que eles se perpetuassem no poder como para semear a falta de confiança da população na estrutura democrática e nas instituições. Eles fazem de tudo para confundir você, para fazer você acreditar que eles são os mocinhos e todos aqueles que o combatem são os vilões. E com esse discurso dissimulado, com essa conversa para boi dormir, eles não enganaram não foi só um ou dois, mil, dois mil, eles enganam foi milhões e milhões!
#foradilma 
#impeachmentjá

quarta-feira, 6 de abril de 2016

A raposa

As contradições do Gigante pela própria natureza encantam e espantam o nosso planeta. Bem aqui no nosso quintal, uma raposa não é uma raposa até ser pega no galinheiro, entretanto, essa raposa para escapar do tiro certeiro, está fingindo ser uma galinha. No nosso curral tem muito bezerro mamando sem precisar de vaca, de leite ou até mesmo de teta. O Brasil é assim, um celeiro de incoerências, um teatro de absurdos e fantasia, onde assistindo na plateia está uma multidão de famintos que estão acima do peso e um bando de obesos morrendo de anemia.


(Andre Luis Aquino – A espera do impeachment da presidente Dilma)

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Injeção de vitamina E

Isso me dá uma injeção de vitamina E: e de esperança, de entusiasmo” 
(Eduardo Galeano)

É nítida a diminuição do ânimo dos brasileiros diante das demandas de reformas políticas e insatisfação com os rumos que o país tomou. As manifestações se apequenaram, o grito das ruas está minguando para alegria dos corruptos e para o deleite dos ladrões de colarinho branco.
Como disse o grande Escritor uruguaio Eduardo Galeano(ícone da esquerda, quando a esquerda realmente existia), morto hoje, quem sabe uma injeção de vitamina E(de esperança, entusiasmo) no sangue de todos nós ainda nos dê ânimo para não desistir de nossos ideais e da luta por um país melhor. Em muitos países as manifestações são comuns e praticamente diárias, é assim na França, na Espanha e em muitos outros lugares da Europa e pelos mais variados motivos. Aqui tudo parece muito diluído, esparso, sem líderes e por isso disperso e sem chance de representatividade. Parece que os políticos estão com vergonha de assumir um posicionamento para não ficarem marcados ou que estejam querendo se beneficiar eleitoralmente das manifestações. O efeito prático dessa estratégia é a falta de rumo e de uma agenda a ser imposta ao podre congresso nacional forçando-o a tomar drásticas medidas.

O triste é saber que a diminuição de pessoas nas ruas protestando não significa que o país melhorou, mas que as pessoas perderam o ânimo e a esperança que algo vá realmente mudar ou acontecer. Sorte do governo que comemora e avalia que esse arrefecimento significa menos pressão e vida longa a “rainha”.

terça-feira, 31 de março de 2015

Dia 12 vai ser maior!

Dia 12 de abril está chegando e nós que estamos insatisfeitos com que está acontecendo em nosso país temos que ter bem claro em nossa mente o que queremos reivindicar. Não importa se a corrupção surgiu logo na chegada com Pedro Alvares Cabral ou se ela faz parte do nosso dia-a-dia, o que queremos é eliminá-la ou pelo menos torná-la crime, inibindo fraudes, enganos, falcatruas, tramoias e cambalachos. Fazer com que a sociedade entenda que nosso futuro depende da maior transparência e da honestidade de nossos agentes políticos e da nossa reação diante de tudo que prejudica o Brasil.
Quais são nossas motivações quando nos insurgimos contra o atual governo? Uma que para mim é bem clara é a alta carga tributária a qual todos nós estamos submetidos e a pífia contrapartida que recebemos do estado em forma de um sistema de saúde falido, segurança pública mal administrada ou uma educação sucateada.
Uma bandeira que podemos empunhar é que a atual situação financeira do país é resultado de uma péssima gestão administrativa e política do atual governo, cuja figura da presidente Dilma simboliza toda nossa decepção(eleita ela fez tudo ao contrário do que prometeu em campanha) porque está sendo feito um EQUIVOCADO ajuste recessivo na economia brasileira e o que naturalmente nos impele a clamar desesperadamente por mudanças!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Sob a alcunha de Cunha

A discussão sobre política no Brasil renasceu das cinzas graças a uma nova crise institucional e econômica gerada pelo que temos de mais sujo em nossa sociedade: a corrupção. Algo que sempre existiu e que justamente por sempre ter existido as pessoas a acomodaram em seu dia-a-dia como se ela, essa velha senhora, fosse comum e normal. Acontece que de vez em quando tem gente que questiona e enfrenta as coisas acontecidas e acomodadas com coragem e gera uma reflexão e consequentemente uma crise (obrigado Ministério Público Federal). Já vimos esse filme antes quando 1992 o ex-presidente Fernando Collor de Mello sofreu um processo de impeachment graças a denúncia de seu irmão Pedro Collor que revelou o esquema de corrupção que envolvia o ex-tesoureiro da campanha Paulo César Farias, entre outros fatos comprometedores para Collor.
Agora bem diferente de 1992 quando tudo a que tínhamos acesso vinham dos jornais e das televisões, hoje curtimos e compartilhamos com um clique, uma denúncia, verdadeira ou falsa, se espalha numa questão de segundos através do twitter , facebook ou instagram. A pressão deve ficar cada vez maior sobre os ombros dessa velha e conhecida senhora de todos nós, a madame corrupção.
Assistimos o governo ficar cada dia mais enfraquecido e mais refém, de algo que se chama de “governabilidade”, cujo verdadeiro nome foi muito bem definido pelo ex-ministro da educação, e “cabra macho”, Cid Gomes, “Achaque”. É chantagem pura e malandragem. A base aliada que urde as escondidas planos para manter esse governo, fraco, sob seu poder. Não é interessante que haja impeachment , é ideal que Dilma esteja a cada dia mais isolada e vulnerável para que os “achacadores” da república possam sugá-la e encostá-la na parede conseguindo assim tudo que querem.
E o “rei”, o comandante de tudo isso é Eduardo Cunha, cada vez mais fortalecido, conseguiu a cabeça de Cid e esta já repousa em sua estante como mais um troféu.
Para que o PT saia do poder quem tem que ser derrubado primeiro é Cunha.

#QUEPAÍSÉESSE

terça-feira, 17 de março de 2015

PIADA NO EXTERIOR

"QUE PAÍS É ESSE?". Piada no exterior...o Brasil é motivo de chacota em outros países, nosso orgulho nacional só será restabelecido quando conseguirmos por fim a essa corrupção desenfreada e a esse projeto de poder criminoso que nos assola.
PIADA NO EXTERIOR

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Pelo Impeachment de Dilma Roussef

Não defendo intervenção militar, não acho que os militares sejam ou estejam preparados para governar uma nação, pois a função das forças armadas é outra. Portanto, não me alinho com a direita obscurantista de Bolsonaros e Felicianos. O que tira da minha manifestação a pecha de querer a volta da ditadura, ladainha utilizada como defesa dos “militantes”, para se defender da sujeira grudada em seu partido. E eles nem esfregando as manchas estão.
Não sou omisso diante do que está acontecendo no meu país. Os fatos dos últimos dias me fizeram ter certeza de que só a pressão popular pode salvar o Brasil de mais um assalto — agora, às instituições, como o STF.A minha decepção com a presidente Dilma é muito profunda, porque eu acreditava que uma mulher que combateu a ditadura, foi torturada, parecia ter firmeza de propósitos. Porém diante de suas declarações e postura com relação ao “Petrolão” nos mostram que a imagem dela é muito mais mítica do que real. A presidente está sendo desonesta ao não assumir seus erros, leniência e incompetência e não há passado que sustente o que lhe restava de respeito junto a brasileiros minimamente informados. O que ela e seu partido fazem é ficar criando uma espécie de cortina de fumaça para que os cidadãos mais pobres e menos informados se confundam. E isso é vergonhoso, baixo e sujo.

Não dá mais para ela. Porque é de responsabilidade que trata o impeachment. E ela é sim responsável por toda essa bandalheira e assalto aos cofres públicos. Quem decide se ela tem ou não condições de governar este país são “vossas excelências” nossos digníssimos congressistas. E o parlamento se deixa influenciar muito pelo barulho que vem das ruas. E é na rua que estarei no dia 15 de março. Pelo meu país, meu estado e minha cidade natal.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Impeachment da presidente Dilma

O PT, que nasceu do meio das classes sociais dos pobres, operários, comunidades, não pode sair dos trilhos da esquerda. Um governo, seja ele qual for, eleito pelo Partido dos Trabalhadores e por outros partidos de esquerda, especialmente no caso da reeleição da presidenta Dilma no segundo turno, não pode, em hipótese alguma, jogar o peso da crise econômica –criada sobretudo por ganância de especuladores financeiros– nas costas do povo pobre e trabalhador.