terça-feira, 31 de março de 2015

Dia 12 vai ser maior!

Dia 12 de abril está chegando e nós que estamos insatisfeitos com que está acontecendo em nosso país temos que ter bem claro em nossa mente o que queremos reivindicar. Não importa se a corrupção surgiu logo na chegada com Pedro Alvares Cabral ou se ela faz parte do nosso dia-a-dia, o que queremos é eliminá-la ou pelo menos torná-la crime, inibindo fraudes, enganos, falcatruas, tramoias e cambalachos. Fazer com que a sociedade entenda que nosso futuro depende da maior transparência e da honestidade de nossos agentes políticos e da nossa reação diante de tudo que prejudica o Brasil.
Quais são nossas motivações quando nos insurgimos contra o atual governo? Uma que para mim é bem clara é a alta carga tributária a qual todos nós estamos submetidos e a pífia contrapartida que recebemos do estado em forma de um sistema de saúde falido, segurança pública mal administrada ou uma educação sucateada.
Uma bandeira que podemos empunhar é que a atual situação financeira do país é resultado de uma péssima gestão administrativa e política do atual governo, cuja figura da presidente Dilma simboliza toda nossa decepção(eleita ela fez tudo ao contrário do que prometeu em campanha) porque está sendo feito um EQUIVOCADO ajuste recessivo na economia brasileira e o que naturalmente nos impele a clamar desesperadamente por mudanças!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Sob a alcunha de Cunha

A discussão sobre política no Brasil renasceu das cinzas graças a uma nova crise institucional e econômica gerada pelo que temos de mais sujo em nossa sociedade: a corrupção. Algo que sempre existiu e que justamente por sempre ter existido as pessoas a acomodaram em seu dia-a-dia como se ela, essa velha senhora, fosse comum e normal. Acontece que de vez em quando tem gente que questiona e enfrenta as coisas acontecidas e acomodadas com coragem e gera uma reflexão e consequentemente uma crise (obrigado Ministério Público Federal). Já vimos esse filme antes quando 1992 o ex-presidente Fernando Collor de Mello sofreu um processo de impeachment graças a denúncia de seu irmão Pedro Collor que revelou o esquema de corrupção que envolvia o ex-tesoureiro da campanha Paulo César Farias, entre outros fatos comprometedores para Collor.
Agora bem diferente de 1992 quando tudo a que tínhamos acesso vinham dos jornais e das televisões, hoje curtimos e compartilhamos com um clique, uma denúncia, verdadeira ou falsa, se espalha numa questão de segundos através do twitter , facebook ou instagram. A pressão deve ficar cada vez maior sobre os ombros dessa velha e conhecida senhora de todos nós, a madame corrupção.
Assistimos o governo ficar cada dia mais enfraquecido e mais refém, de algo que se chama de “governabilidade”, cujo verdadeiro nome foi muito bem definido pelo ex-ministro da educação, e “cabra macho”, Cid Gomes, “Achaque”. É chantagem pura e malandragem. A base aliada que urde as escondidas planos para manter esse governo, fraco, sob seu poder. Não é interessante que haja impeachment , é ideal que Dilma esteja a cada dia mais isolada e vulnerável para que os “achacadores” da república possam sugá-la e encostá-la na parede conseguindo assim tudo que querem.
E o “rei”, o comandante de tudo isso é Eduardo Cunha, cada vez mais fortalecido, conseguiu a cabeça de Cid e esta já repousa em sua estante como mais um troféu.
Para que o PT saia do poder quem tem que ser derrubado primeiro é Cunha.

#QUEPAÍSÉESSE

"Larguem o osso"

O agora ex-ministro da Educação, Cid Gomes, disse diante de um congresso atônito, e com uma coragem admirável, frase emblemática, e que sintetiza de forma plena o mal exercício do poder neste país: “Larguem o osso”.
E ele se referia ao PMDB, partido que está 30 anos no poder desde a redemocratização do país, que sempre consegue um meio de ser situação e que não largam o osso de jeito nenhum. E o ex-ministro foi além, disse na cara de cada um deles que existe, entre os mais de 500, 400 ou 300, “achacadores”. Não importa quantas centenas são, ele expôs de maneira crua aquilo que todos nós “plebeus” sabemos dessa “corte” sórdida que se chama congresso nacional. São em sua maioria oportunistas, usurpadores do poder, sacanas, malandros e parasitas. Foi necessário um “cabra macho” apontar o dedo na cara deste Cunha, que vendo o país sangrar, comandou o aumento de despesas com emendas para agradar seus súditos. Uma imoralidade, uma facada nas costas de cada brasileiro que está sofrendo com esta crise econômica.
A esta altura do campeonato o PT está se tornando quase um cão sarnento é o PMDB seus carrapatos.
‪#‎quepaíséesse

terça-feira, 17 de março de 2015

PIADA NO EXTERIOR

"QUE PAÍS É ESSE?". Piada no exterior...o Brasil é motivo de chacota em outros países, nosso orgulho nacional só será restabelecido quando conseguirmos por fim a essa corrupção desenfreada e a esse projeto de poder criminoso que nos assola.
PIADA NO EXTERIOR

segunda-feira, 16 de março de 2015

12/04 vai ser maior!

Ninguém obriga um homem ou uma mulher a se candidatar a um cargo público. Se ele se candidata e é eleito para a missão de governar, deveria fazer isso unicamente por seu espírito altruísta. Mas soa como piada . . .Altruísmo na política brasileira? 
Em contrapartida aos nossos votos e impostos deveríamos receber confiança em vez de burocracia. Sinceridade em vez de enrolação. Agilidade em vez de empurrar com a barriga. Não é só culpa de quem governa, mas dos governados também. Se ninguém protesta, reclama, ou no mínimo se posiciona contra, isso nunca vai mudar. “Eles” vão continuar nos enganando perpetuamente.
O brasileiro é viciado em retórica, seduzido por vantagens exclusivas e não coletivas, iludido por políticos populistas que só tapam buracos ou vivem a sombra(e água fresca) do poder.

Agindo assim não permitimos que o Brasil se moralize e avance. Existe uma nova mobilização nacional sendo articulada para 12/04, espero que nessa data os brasileiros voltem a mostrar sua insatisfação e sua força, afinal essa é  ais uma chance de construirmos um futuro digno para nosso país.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A presidente Dilma é uma farsa

Eu já acreditei na Dilma. E me arrependo muito por isso. Acreditei na figura dela, na sua fama de revolucionária, da sua luta pela liberdade, do seu sofrimento de torturada, da sua competência de “gerente”. Acreditei que ela pudesse de fato ter um “coração valente” (aliás lema “roubado” da campanha de 2006 da Senadora Heloisa Helena), forte graças à sua atuação a esquerda do poder. Mas eu estava terrivelmente enganado e iludido.
Quando a Dilma surgiu, a complacência do Lula poderia receber um contraponto com sua postura moralizadora. A presidente parecia ser e soar como alguém confiável, que apesar de ser do PT (para os que não são simpatizantes ou militantes) representava uma voz e uma corrente da esquerda “moderna”. Chegamos a acreditar nas suas boas intenções e na sua suposta competência.
Porém com o passar dos anos fomos percebendo que a figura de Dilma (“mãe” do PAC, hahaha) é muito mais uma criação de marketing do que realidade. Foi ficando cada vez mais clara a sua perfeita fidelidade ao partido e a sua total traição a causa, que era a melhoria da sociedade brasileira. Foi ficando mais explicita sua forma equivocada de exercer o poder. Suas comprovadas omissões na compra da refinaria de Passadena foram o início do fim, fim para mim da figura mítica de Dilma e o extermínio completo da figura messiânica de Lula. Qualquer pessoa que já desempenhou ou tem conhecimento da atuação de um executivo numa empresa sabe que dadas as funções que desempenhou, seria impossível que não tivesse conhecimento do que se passava na Petrobrás. E levando-se em conta toda sua postura e comportamento de absolvição diante de seus “companheiros” comprovadamente pegos por corrupção, chegamos à conclusão que ela aprova que “os fins justificam os meios”, o que em se tratando de seu partido, significa explicitamente que ela concorda que a corrupção se fez necessária para que o PT e ela se mantivessem no poder.
Em suma: a presidente Dilma é uma farsa tão grande quanto a do Lula.


P.S.: Usar como argumento palavras como “ditadura” ou “direita” estão plenamente desqualificadas para se defender ou usar como cortina de fumaça para encobrir o malfeito. Partido que defende Venezuela como democracia mostra explicitamente o que pretende. Portanto por gentileza, ao se debater qualquer assunto, seja honesto com seus princípios.

Pelo Impeachment de Dilma Roussef

Não defendo intervenção militar, não acho que os militares sejam ou estejam preparados para governar uma nação, pois a função das forças armadas é outra. Portanto, não me alinho com a direita obscurantista de Bolsonaros e Felicianos. O que tira da minha manifestação a pecha de querer a volta da ditadura, ladainha utilizada como defesa dos “militantes”, para se defender da sujeira grudada em seu partido. E eles nem esfregando as manchas estão.
Não sou omisso diante do que está acontecendo no meu país. Os fatos dos últimos dias me fizeram ter certeza de que só a pressão popular pode salvar o Brasil de mais um assalto — agora, às instituições, como o STF.A minha decepção com a presidente Dilma é muito profunda, porque eu acreditava que uma mulher que combateu a ditadura, foi torturada, parecia ter firmeza de propósitos. Porém diante de suas declarações e postura com relação ao “Petrolão” nos mostram que a imagem dela é muito mais mítica do que real. A presidente está sendo desonesta ao não assumir seus erros, leniência e incompetência e não há passado que sustente o que lhe restava de respeito junto a brasileiros minimamente informados. O que ela e seu partido fazem é ficar criando uma espécie de cortina de fumaça para que os cidadãos mais pobres e menos informados se confundam. E isso é vergonhoso, baixo e sujo.

Não dá mais para ela. Porque é de responsabilidade que trata o impeachment. E ela é sim responsável por toda essa bandalheira e assalto aos cofres públicos. Quem decide se ela tem ou não condições de governar este país são “vossas excelências” nossos digníssimos congressistas. E o parlamento se deixa influenciar muito pelo barulho que vem das ruas. E é na rua que estarei no dia 15 de março. Pelo meu país, meu estado e minha cidade natal.